Quando
o vermelho delicadíssimo,
cor da avassaladora paixão,
das emoções que afloram
a face inocente
Quando
cor de sangue nascente
em borbotões da finíssima
lâmina de ciúme cravada em peito
despeitado, nú
Pode ser isso
Como pode ser o rubor das papoilas
escutando cigarras sequiosas
que esgotam a derradeira gota
na charneca.
.
hajota 2025-10-24



Lindas flores para um poema encantado.
ResponderEliminarBjs e bom fim de semana amiga.
Boa noite Pity,
ResponderEliminarTão belas as papoilas que o seu magnífico olhar captou em toda a sua essência e beleza, de flores que enchem os campos de cor carmim!
Por momentos senti-me no meio de uma seara rodeada de papoilas!
O meu regresso à infância;))!!!
Beijinhos,
Emília