Gosto de fazer arte com a fotografia e a poesia. Todas as imagens apresentadas são de minha autoria,captadas,como o meu olhar as sentiu…não são perfeitas, nem eu quero que assim sejam, porque por vezes é na imperfeição que se encontra a beleza encoberta...
domingo, 6 de junho de 2021
sábado, 5 de junho de 2021
sexta-feira, 4 de junho de 2021
quinta-feira, 3 de junho de 2021
Quinta da Ribafria
O solar de Ribafria doi mandado edificar em 1541 por Gaspar Gonçalves, a quem D. Manuel I, atribui alvará e brasão de armas, sendo um exemplar magnífico da arquitetura civil manuelina. Na construção, destaque para uma torre seiscentista, o escudo da Ribafria esculpido em pedra, a cisterna, a capela e um grande tanque situado nos jardins.
Depois de vários anos abandonada, a Quinta reabriu ao público em 2015 proporcionando desde então a todos os visitantes que a queiram conhecer diversos espetáculos culturais, desportivos e recreativos que se fundem entre a cultura e o ar livre.
Fonte : Guida Cidade
OBS:A primeira foto é um reflexo da Quinta
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quarta-feira, 2 de junho de 2021
Dia Mundial da Criança
O Dia Mundial da Criança em Portugal é celebrado a 1 de junho.
Nesta data, onde as crianças são o centro das atenções, organizam-se diversos eventos e atividades para as crianças, de forma a celebrar o Dia Mundial da Criança.
A data é celebrada em vários países, contudo a data de comemoração difere de país para país. Em Portugal, o Dia Mundial da Criança contempla atividades como desfiles e visitas escolares, leitura de textos, declamação de poemas, desporto, desenho, etc.
As livrarias oferecem descontos em livros infantis, os hipermercados, as lojas e os sites de descontos apresentam descontos em roupa, brinquedos, produtos e atividades para crianças, entre outros.
Importa referir que em 20 de novembro de 1959 as Nações Unidas aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança, proclamando os direitos das crianças de todo o mundo.
segunda-feira, 31 de maio de 2021
domingo, 30 de maio de 2021
Domingo
O amor e o medo devem ir unidos, o medo sem amor converte-se em covardia. O amor sem medo converte-se em presunção. Quando há amor sem medo, o amor corre sem prudência e sem restrições, sem se preocupar para onde vai.
São Padre Pio de Pietrelcina.
sábado, 29 de maio de 2021
barco no tejo
A vida é um eterno pôr-do-sol
É como as águas vertidas do Tejo
Quando tudo finda é onde tudo principia
Rodrigo O. Lourenço
sexta-feira, 28 de maio de 2021
sunset
A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável.
Jean-Jacques Rousseau
quinta-feira, 27 de maio de 2021
Perna-Longa
Taxonomia: Ordem: Charadriiformes; Família: Recurvirostridae
Estatuto de conservação: Global (UICN): LC (Pouco preocupante); Europa (SPEC): Non-SPEC (Não concentrada na Europa e com estatuto de conservação favorável); Portugal (ICNB): LC (Pouco preocupante)
Protecção legal: DL n.º 140/99, de 24 de Abril: Anexo A-I; Convenção de Berna: Anexo II; Convenção de Bona: Anexo II
Tipo de ocorrência: Estival (E); Invernante (I); Migrador de passagem (MP)
Abundância local: Acidental
Dados biométricos: Comprimento: 35 a 40 cm; Envergadura: 67 a 83 cm; Peso: 160 a 200 g
Identificação: Limícola elegante de coloração preta e branca e pernas compridas e rosa-avermelhadas. Inconfundível, apresenta o pescoço alongado, a cabeça delicadamente arredondada, o bico direito e fino como uma agulha. A porção das patas, cor-de-rosa e visível em voo, perfaz várias vezes o cumprimento da cauda. A fêmea apresenta o corpo todo branco, o macho possui a parte posterior da coroa, a nuca e a parte posterior do pescoço cinzentos. As asas são pretas, na parte superior e na parte inferior. Esta espécie efectua um voo directo com as patas projectadas.
Biologia da espécie: Distribuído de forma descontínua na Europa Ocidental e Meridional. Em Portugal nidifica sobretudo nas zonas costeiras a sul da Bacia do Vouga. Frequenta zonas de água doce, salobra ou salgada de pouca profundidade, como lagoas, salinas, arrozais ou estuários. É neste tipo de zonas da nossa costa que pode ser observado no Inverno. Por norma evita o frio, chuva e nevoeiro sendo mais tolerante ao sol e ventos fortes. Caça por meio da visão ou do tacto, sondando a água com o seu bico longo e fino, em busca das presas. É essencialmente carnívoro, alimentando-se de uma vasta variedade de invertebrados: insectos aquáticos, bivalves, gastrópodes, crustáceos, vermes e aranhas. Por vezes alimenta-se de alguns vertebrados como girinos e peixes. Formam casais monogâmicos de duração sazonal. O ninho é uma cova no solo, localizado na proximidade da água ou então um monte de vegetação em águas pouco profundas.
Curiosidades: O nome espanhol desta espécie, “cigueñela”, é bastante sugestivo, dado que as cores e a silhueta desta ave faz lembrar uma cegonha em miniatura.
Fonte : http://grlima.blogspot.com
quarta-feira, 26 de maio de 2021
Entardeceres,
nem cedo nem tarde chegam, imprevistos,
batem-nos à janela do olhar
distraído
e ao descerrar das persianas
o espanto
toca-nos o coração
Autor : hajota
segunda-feira, 24 de maio de 2021
Flores Exóticas-Solandra-amarela
Nome Científico: Solandra maxima
Nomes Populares: Solandra-amarela, Cálice-amarelo
Família: Solanaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Trepadeiras
Origem: América Central, América do Norte, América do Sul, México
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Tropical
Altura: 9 a 12 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Sobre a Solandra-amarela ou Cálice-amarelo
A Solandra-amarela é um arbusto trepador perene conhecido como Trompetista gigante devido à sua envergadura e pela aparência original e tamanho considerável das suas flores.
São nativas da América tropical, onde crescem em florestas frondosa , geralmente apoiadas em árvores que cresçam á beira dos cursos de água.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Tolera um pouco de meia sombra, mas isso pode acarretar redução no florescimento. Plante em local protegido de ventos fortes, que ocasionam queimaduras nas folhas.
A Solandra Maxima, planta trepadeira, com flores amarelas que dão belos pormenores na folhagem lustrosa. Cresce rápido e é fácil de reproduzir por estaca.
Não obstante a floração exuberante, a solandra-amarela também apresenta uma folhagem bastante decorativa e densa.
Ela gosta de muito espaço e pode ser utilizada para coroar muros, em cercas, pórticos, treliças, entre outras estruturas, desde que sejam robustas e reforçadas, pois trata-se de uma trepadeira lenhosa e frondosa, que pode alcançar um porte grande.
Assim, se decidir cultivar esta trepadora, descobrirá o magnífico encanto da combinação do seu tamanho, das suas curiosas e enormes flores amarelas com o seu agradável perfume nocturno.
As flores costumam ser mais perfumadas à noite, com um aroma que lembra banana madura a côco, e atrai morcegos, os seus polinizadores.
Raramente frutifica em cultivo, produzindo frutos do tipo baga, redondos, carnosos e não comestíveis.
Fonte: https://www.blog-flores.pt/flores-de-exterior/solandra-amarela-solandra-maxima
domingo, 23 de maio de 2021
Domingo
Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.
Santo Agostinho
sábado, 22 de maio de 2021
Sintra Romântica
Sintra é uma pérola do Romantismo e não há neblina que esconda a beleza dos seus jardins e a imponência distinta dos seus palácios. Sabem-no bem os escritores famosos que ao longo dos séculos têm cantado os seus encantos. A serra e as suas estradas magras e sinuosas, mesmo as que vão dar ao Atlântico e às praias de mar agreste, continuam a convidar os visitantes e nunca se importam de desvendar todos os seus segredos.
Fonte :BestGuide
sexta-feira, 21 de maio de 2021
Olhares Sobre a Cidade Grande
Com mais de 20 séculos de história, a capital portuguesa está situada junto ao rio Tejo. Com o sol quase sempre presente, a sua beleza única e singularidade arquitetónica são aclamadas além fronteiras.
Rica em monumentos, bairros típicos (Baixa Pombalina, Belém, Bairro Alto, Chiado, Bica, Alfama e Mouraria), zona ribeirinha, casas de Fado, parques, jardins e miradouros, Lisboa oferece várias possibilidades para descobrir, visitar e desfrutar do vasto património natural, histórico e cultural da cidade.
Monumentos como o Castelo Medieval de São Jorge, Catedral Medieval Sé, Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Panteão Nacional, Praça Terreiro do Paço e a Baixa são algumas das atrações turísticas de Lisboa que fascinam milhares de visitantes de todo o mundo.
Fonte: Net
quinta-feira, 20 de maio de 2021
a ponte, o rio e a natureza
Sei.
Tracejámos ciclos lunares
entre o ter e a ausência desmembrados.
E há um rio deslembrado entre margens.
Mas há uma ponte.
Assim não me afogue a pressa na fuga do medo.
hajota
quarta-feira, 19 de maio de 2021
Gaivotas
"Gaivota" se originou do termo latino gavia. "Ati" é um termo de origem tupi.
São, regra geral, aves médias, tipicamente cinzentas ou brancas, muitas vezes com marcas pretas na cabeça ou asas. Têm bicos fortes e compridos e patas com membranas.
Com excepção das gaivotas-tridáctilas, as gaivotas são espécies tipicamente costeiras ou de interior, e raramente se aventuram em mar alto. As espécies de maiores dimensões levam até quatro anos a atingirem a plumagem completa de adulto, mas as espécies menores normalmente apenas dois anos.
Fonte :Wikipédia
segunda-feira, 17 de maio de 2021
Moinhos de Maré
Nota Histórico-Artistica
Os moinhos de maré, destinados a aproveitar, conforme a sua designação indica, a força das marés para fazer mover uma maquinaria de rodízios e mós para triturar cereais, constituem um sistema originado em França a partir do séc. XII. Os moinhos de maré do concelho do Seixal não serão os primeiros exemplares conhecidos em Portugal, onde este sistema terá sido introduzido em finais do século XIII, mas constituem o mais antigo núcleo ainda existente, característico de uma zona (o estuário do Tejo) onde se ergueram muitos moinhos desde o início de Quatrocentos; o número de moagens atingiria mesmo as 60 unidades, no século XVI.
O moinho Velho dos Paulistas foi erguido no século XV, na margem esquerda do rio Coina, na sequência da construção de uma série de moagens da região, inauguradas pela edificação do Moinho de Corroios, este ainda datado de 1403. É constituído por um conjunto de edifícios de planta rectangular, integrando a casa de moagem, com oito casais de mós, um corpo alongado com um andar acima da cota do rio e o sistema de rodízios abrigado sob arcadas submersas na maré cheia, a casa do moleiro, de dois pisos, e anexos destinados a armazenamento do cereal. As fundações são lançadas sobre o leito do rio, e a porta principal abre para um pequeno cais. A composição geral e distribuição dos edifícios, bem como a existência de cais de embarque, são características comuns a todos os moinhos da bacia do Seixal.
Este moinho, como os restantes na região, recebeu grandes obras de reconstrução a partir do século XVIII, nomeadamente após o terremoto de 1755. Desta forma, e apesar da recuada data da construção original, a maior parte do edifício actual, bem como o sistema de moagem, é já oitocentista, devendo-se a direcção dos trabalhos ao conceituado Mateus Vicente de Oliveira, engenheiro militar e arquitecto da Casa do Infantado.
Os moinhos servem-se de um sistema de comportas que permite o aproveitamento das duas marés diárias, recebendo a água na maré cheia, período em que as mós estão paradas, e começando a vazá-la progressivamente na baixa-mar. À medida que a água empurra as travessas dos rodízios, também chamadas de penas, estes rodam, fazendo rodar igualmente as mós. O curto tempo de moagem diário era compensado pelo grande número de mós a funcionar na região, que forneciam um serviço constante, sem o carácter aleatório dos moinhos de vento.
Bibliografia
Título : Carta histórica do concelho do Seixal
Local :Seixal
Data : 1985
Autor(es) ?
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domingo, 16 de maio de 2021
Domingo
A beleza é realmente um bom dom de Deus; mas que os bons não pensem que ela é um grande bem, pois Deus a distribui mesmo para os maus.
Santo Agostinho
sábado, 15 de maio de 2021
Reflexos
as lâminas do silêncio repousam
na imagem que o reflexo traduz.
o mar tem lágrimas misturadas
nas águas amotinadas e salgadas.
a maresia despenteia
os cabelos doirados.
o silêncio deixa eco….
© Piedade Araújo Sol
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