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quarta-feira, 15 de março de 2023

Nostalgia




A Arte tanto pode morrer
Por excesso de rigor quanto
da exterma liberdade

Henri Lefebvre

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Nostalgia




 A visão é o tacto do espírito.

Fernando Pessoa

sexta-feira, 3 de junho de 2022

Abandonos


Quem disse que eu me mudei?
Não importa que a tenham demolido:
A gente continua morando na velha casa em que nasceu.

Mário Quintana

(Nota:Os comentários estão encerrados, brevemente serão reabertos, peço desculpa a todos.)


quarta-feira, 23 de março de 2022

Abandonados...




e fica uma nostalgia imensurável no olhar...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Abandonos



São apenas memórias em constante abandono,
ao sabor  do tempo que corrói e estraga,
libertando somente um rastro num eterno lamento.

©Piedade Araújo Sol

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Ruínas da Ermida de Nossa Senhora da Conceição



 
História

Tanto quanto se sabe, pertencia ao Solar dos Magriços, hoje ruínas aterradas. A  Capela pertencia também aos Magriços, um deles D.Álvaro Gonçalves Coutinho, amigo de Luís de Camões, que o celebrizou como um dos doze cavaleiros que se deslocaram a Inglaterra para defender a honra feminina.

Hoje, também a Capela está em ruínas, após desabar o tecto. Mas não era só capela, no andar superior habitavam os Padres Paulinos. As janelas ainda conservam as grades. No pátio existia e ainda existe um poço enorme que a população utilizava para se abastecer de água. Mas como as mulheres faziam muito barulho nas conversas de umas com as outras, os Padres Paulinos pediram ao seu superior umas outras instalações pois tal algazarra perturbava as suas orações. E assim, foi construído o Convento dos Capuchos para onde se mudaram. Esta Capela não teve boa sorte, começou por sofrer um incêndio em 1835 e as suas imagens mais tarde passaram para a Igreja de S. Pedro, Igeja Matriz da Trafaria.

Em finais de 1800 estava na posse da família Zagallo e Mello, que vendeu a Mariana Ribeiro Danino, casada com um engenheiro Inglês que tinha vindo de Gibraltar, para trabalhar nas Minas de S. Domingos, próximo de Mértola. Curiosamente em festas religiosas, a procissão ainda sai do local onde se situa a Capela. Posteriormente passou a armazém, vacaria, voltando novamente a armazém.

Quando se fizeram reparações, apareceram algumas moedas, Patacas. Está projetado pelo Município de Almada, aquele local vir a ser reabilitado, uma vez que se situa no centro histórico.E bem o merece, para mais está contíguo a uma zona verde, protegida, que se debruça sobre o Rio Tejo.

Fonte :Wikipédia.

PS:Neste momento está completamente em ruínas e o que se consegue ver é o que fotografei.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Nostalgia Pura



 

quantos segredos guardados
quantos sonhos decepados
quanta nostalgia nestes abandonados.

sexta-feira, 13 de março de 2020

Nostalgia



já foi casa e lar de alguém
mas, a natureza tomou conta
hoje é apenas de ninguém ...

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

a casa abandonada, ou a casa habitada ...


a beleza está apenas no que eu quero ver...e não naquilo que realmente é....

 ©Piedade Araújo Sol

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Nostalgia



Sem palavras .... 

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Abandonos




sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Abandonos




ainda, a esta hora, se vê
o clarão 
para os lados do poente. 

algures no horizonte,
um ponto 
determinado na plasticidade 
do tempo. 

o barro, 
as telhas ardentes
na inclinação do eixo. 

e a declinação imagética 
no movimento 
dos astros no céu. 

o espectro
projectado da fenda
ainda ilumina a casa

Tinha iniciado o poema ainda se via... 
termino-o já é outro dia.

autor: hajota


quarta-feira, 19 de junho de 2019

porta do coração


ou, talvez, o coração na porta ...

quarta-feira, 12 de junho de 2019

nostalgia


tristeza que sempre me tolda o olhar ...

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Nostalgia


quantos segredos, vidas e sonhos guardam estas pedras ... que um dia foram o lar de alguém...

quinta-feira, 14 de março de 2019

Presídio Militar







Também conhecido como Antigo Presídio da Trafaria, é um conjunto edificado construído entre 1908 e 1909, como Presídio Militar, função que manteve até ao final da década de setenta do século XX.[1]

Contudo a ocupação deste espaço remonta ao século XVI, quando em 1565 foi aí construído, por ordem do cardeal D. Henrique I, uma casa destinada a receber os viajantes e mercadorias que chegassem por mar, e que se suspeitasse virem infetadas, ficando em quarentena antes de darem entrada na cidade de Lisboa. Era portanto um "lazareto" que era como então se designava o espaço destinado às quarentenas. A povoação da Trafaria surge assim em torno desse Lazareto. Em 1678 é erguida a Ermida de Nossa Senhora da Saúde para assistência espiritual aos quarentenários e à população que habitava no lugar que atualmente chamamos de Trafaria.

No século XVII, durante o reinado de Pedro II de Portugal é construído, junto ao Lazareto, um forte integrado na defesa marítima de Lisboa. A função de defesa militar apoiada em artilharia manteve-se até ao final do século XIX, sendo as estruturas do forte demolidas a quando das obras do novo presídio.

Durante o século XVIII foi construído um muro em torno do Lazareto, e o espaço passou a acolher presos condenados ao degredado, que aqui aguardavam embarque. Durante o século XIX, as instalações encontravam-se sobre lotadas e sem condições sanitárias adequadas às quarentenas. Em 1815 o Lazareto é então transferido para a Torre de São Sebastião (Torre Velha). A função prisional acentua-se durante o período das Invasões Francesas e da Guerra Civil, sendo utilizada pelas forças miguelistas.[2]

Após a vitória liberal o espaço do Lazareto/Presídio passa a ser utilizado com diversas funções, nomeadamente: Viveiro de plantas para a florestação das dunas entre a Trafaria e a Costa, seca de bacalhau, fábrica de adubo a partir de restos de peixe e armazém das galeotas reais.

No final do reinado de D. Manuel II, a maioria das estruturas é demolida e construído o Presídio, que após a implantação da república passa a receber presos civis principalmente acusados de crimes políticos. Durante o Estado Novo e até a Revolução de 25 de Abril de 1974, na Casa de Reclusão da Trafaria, estiveram presos vários opositores ao regime civis e militares, nomeadamente os envolvidos no Golpe das Caldas em Março de 1974. Até 1981 o Presídio manteve a sua função militar e em 2000 é adquirido pela Câmara Municipal de Almada.

Por André Ramalho (30 de julho de 2018). «Presídio da Trafaria». Abandonados.pt - Lugares Abandonados em Portugal. Consultado em 27 de janeiro de 2019
«📌 À descoberta do Forte-Presídio da Trafaria». OLIRAF. 17 de maio de 2017. Consultado em 27 de janeiro de 2019

Fonte: Wikipédia

NOTA: Estas fotos foram muito dificeis de fazer pois apenas consegui fotografar do lado de fora da prisão, por uma brecha entre as correntes que prendiam o portao, pois embora esteja abandonado não é permitido a entrada. Não estão prefeitas mas adorei fazer este trabalho, embora a primeira foto que aqui aparece tenha um ano de diferença para todas as outras. Espero que apreciem.Obrigada!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Palácio do Rei do Lixo




O Palácio do Rei do Lixo, também conhecido como a Torre de Coina, ou Palácio da Bruxa, está situado na freguesia da Coina, Barreiro, sendo bem visível da estrada nacional n.º 10. Trata-se de um local misterioso e repleto de lendas urbanas que se perpetuaram no tempo sem que, nos dias de hoje, se saiba ao certo de são verdade ou mentira. O certo é que esta imponente torre salta facilmente à vista e desperta a curiosidade e o imaginário de quem com ela se depara.

A quinta onde se encontra o palácio foi propriedade rural, no século XVIII, de D. Joaquim de Pina Manique, irmão do intendente de D. Maria I, Diogo Inácio Pina Manique. A propriedade foi depois adquirida, no século XIX, por Manuel Martins Gomes Júnior, comerciante de Santo António da Charneca, que em 1910 mandou construir o palácio, diz-se, para que “conseguisse avistar a propriedade que possuía em Alcácer do Sal”.

Manuel Martins Gomes Júnior era conhecido como o “Rei do Lixo”, devido ao exclusivo que tinha para a recolha dos detritos da cidade de Lisboa, e tendo feito fortuna a comprar e vender lixo. Profundamente ateu, Manuel Gomes Júnior transformou a ermida da propriedade em armazém e estábulo e baptizou a herdade de “Quinta do Inferno”. Posteriormente, e através de António Zanolete Ramada Curto, genro do “Rei do Lixo”, a propriedade tornou-se numa importante casa agrícola.

Em 1957, foi vendida aos grandes proprietários e industriais de curtumes Joaquim Baptista Mota e António Baptista, que constituíram a Sociedade Agrícola da Quinta de S. Vicente e transformaram a propriedade numa importante exploração pomícola.

Manuel Martins Gomes Júnior e a sua família nunca habitaram esta Quinta da Torre (por as suas obras terem sido interrompidas cerca de 1913-1914, deixando o imóvel incompleto), mas o facto de tê-la adquirido e lhe imposto o aspecto realengo imponente como espécie de memória póstuma do primitivo pouso cujo donatário estava ligado à Casa Real, sendo também ele “rei” (do lixo) por certo quis ter um palácio condigno com tal título, ou melhor, alcunha, que os mais desaforados de Coina também apodavam de “porco sujo”. Com isso descurava-se o óbvio da sua intenção: contribuir para a higiene pública da capital então frágil em cultura profiláctica, ao mesmo tempo que a sua perspicácia empresarial via nisso uma forma gratuita de aumentar a sua riqueza.

Diz a vox populi que foi a sua vingança republicana sobre o regime monárquico, pousando no lugar dos antigos cortesãos lixo e porcos. À propriedade rebaptizou-a com o novo e inquietante nome de Quinta do Inferno, com a sua Torre do Diabo que mandou fazer em 1910, dizendo-se que transformou a capela da quinta em armazém e estábulo (sendo certo que em 1906 abriu uma escola dotada na mesma que ofereceu à educação gratuita dos seus empregados e filhos), e às suas fragatas transformadas em arrastos do lixo deu-lhes os nomes de Mafarrico, Mefistófeles,Demo, Diabo, Satanás, Belzebu, Horrífico, Caronte, Plutão, Averno e outros mais mimosamente escolhidos para chocar a conservadora e católica flora. Por certo tratou-se de uma provocação desaforada ao regime eclesiástico secular que a recente Revolução de 5 de Outubro depusera, mas com isso ficou até hoje com fama de ateu anti-deísta impenitente dotado de um feitio irregular e pouco afectivo.

Fonte do texto :https://www.vortexmag.net/a-incrivel-historia-do-palacio-do-rei-do-lixo/

OBS: As fotos não são de boa qualidade pois foram cpatadas da estrada nacional e com o carro em andamento.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

5ª Bateria da Trafaria




5ª Bataria da Raposeira - Trafaria

Este, era o 5º reduto de defesa da costa marítima portuguesa. Esta bataria era composta pela Raposeira Grande e Pequena, sendo ambas equipadas com peças Krupps de 150 mm de curto e médio alcance, sendo que a Grande era destinada a reforçar a barra do Tejo com o apoio da 4ª Bataria e a Pequena, era destinada a reforçar o poder de fogo da 6ª Bataria, tendo ainda o Forte da Alpena como paiol anexado. As três batarias de Alpena e da Raposeira são construções militares de 1893. As batarias da Raposeira estabeleceram-se na proximidade do antigo Forte da Vigia, em plano mais elevado, a Leste. As de Alpena, junto dos antigos redutos da Raposeira Grande e Pequena. A guarnição alojava-se numa outra edificação - o quartel da Trafaria, inaugurada em 1905, pelo Rei D. Carlos I. As quatro construções militares foram aperfeiçoadas durante a Iª Guerra Mundial, tendo recebido artilharia de maior calibre, usado na época. As duas batarias da Raposeira, estão actualmente abandonadas.

Fonte: http://regimentodeartilhariadecosta.blogspot.com

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Portas


esquecidas ... abandonadas...

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

abandonos


restos de nostalgia .... 
saudade 
finitude....