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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Olhares Meus




 Cais das Colunas
Sete segredos de quem sabe
Lisboa cidade

©Piedade Araújo Sol

terça-feira, 5 de maio de 2026

Flagrantes




quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Lisboa


 

Lisboa cidade de luz boa
Onde descanso o olhar
Com o Tejo a me guiar

© Piedade Araújo Sol

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Olhares




Lisboa, azul cor
Mergulho o olhar profundo,
Tejo é meu condutor

© Piedade Araújo Sol

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

A cidade grande




Lisboa a capital é uma cidade que encanta quem a visita. Com mais de 20 séculos de história, a capital portuguesa está situada junto ao rio Tejo. Com o sol quase sempre presente, a sua beleza única e singularidade arquitetónica são aclamadas além fronteiras.

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Cais das Colunas




onde o olhar nunca se cansa de admirar... e fotografar...

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Lisboa




 Olhares meus sobre Lisba a Cidade Grande...

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Cais das Colunas




 O nome Cais das Colunas surge, como é óbvio, das duas colunas instaladas nos degraus de mármore deste velho cais de Lisboa, que outrora foi a entrada mais nobre da cidade e onde desembarcavam as maiores figuras que visitavam a capital, como chefes de Estado ou até altas patentes monárquicas, como a Rainha Isabel II de Inglaterra.

Este cais foi construído por altura da reconstrução da Baixa de Lisboa, após o terramoto de 1755, e as colunas fazem lembrar as do templo de Salomão (a sabedoria e a devoção), considerando-se que terão sido contruídos com inspiração maçónica.

Recordamos como curiosidade, para finalizar a história deste famoso local em Lisboa, que estas colunas foram retiradas em 1997 devido às obras de ampliação do Metro até Santa Apolónia, tendo sido reerguidas novamente 11 anos depois, em 2008.

Fonte : https://lisboasecreta.co/cais-das-colunas-historia/

segunda-feira, 11 de julho de 2022

A cidade grande




 Chegaram a Lisboa ao cair da tarde, na hora em que a suavidade do céu infunde nas almas um doce pungimento.

José Saramago

sábado, 25 de junho de 2022

Dia do Marinheiro


O Dia do Marinheiro celebra-se todos os anos a 25 de junho.

A data, mais conhecida a nível mundial como "Day of the Seafarer" ou "Día de la Gente de Mar", foi criada pela Organização Marítima Internacional e oficializada pela ONU, para celebrar todos os marinheiros, navegadores e trabalhadores marítimos do mundo e para mostrar como eles são importantes para todos nós. Promover a profissão e a carreira no mar é outro intento do dia.

O Dia do Marinheiro é celebrado no Brasil a 13 de dezembro.

Fonte : Calendarr

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Jacarandás




 
São originárias do Brasil e entraram em Portugal por opção do Jardim Botânico por causa da sua beleza e características particulares. Elas anunciam a primavera e o verão, e quando as folhas caem deixam um manto roxo que passou a ser conhecido por Purple Rain — como a música de Prince. Em Portugal, elas só sobrevivem em zonas abaixo de Lisboa, o seu ADN tropical não tolera mesmo o frio. Estamos a falar das lindas, famosas e fotogénicas, mas também odiosas para muitos, jacarandás.
As folhas destas árvores enchem Lisboa todos os anos a partir de finais de abril ou maio e pintam de roxo as suas ruas até ao final do verão. Isso não é uma novidade. Mas sabia, por exemplo, que no Parque das Nações existe um Jardim de Jacarandás que está aberto durante todo o ano? E que a cidade de Pretória, na África do Sul, é chamada a cidade dos jacarandás. E que, por ser tropical, esta é uma árvore que por cá anda em contra ritmo das outras — dá as primeiras flores quando as restantes já estão cobertas? 
As jacarandás vieram para Lisboa no início do século XIX, por ordem do Jardim Botânico da Ajuda, por serem bonitas e diferentes de tudo o que existia no País naquela altura. Quando chegaram, os botânicos tinham sérias dúvidas de que elas se adaptassem ao clima da cidade — spoiler alert, adaptaram.

Fonte :Nit-PT

quinta-feira, 21 de abril de 2022

A Cidade Grande




 Lisboa é a nitidez através do ar. Lisboa é a cor manchada dos muros. Lisboa é o musgo novo a nascer sobre o musgo seco. Lisboa é o desenho de fendas, como relâmpagos, a escorrerem pela superfície dos muros. Lisboa é a imperfeição criteriosa. Lisboa é o céu reflectido.

José Luís Peixoto

segunda-feira, 7 de março de 2022

Cais das Colunas




O nome Cais das Colunas surge, como é óbvio, das duas colunas instaladas nos degraus de mármore deste velho cais de Lisboa, que outrora foi a entrada mais nobre da cidade e onde desembarcavam as maiores figuras que visitavam a capital, como chefes de Estado ou até altas patentes monárquicas, como a Rainha Isabel II de Inglaterra.

Este cais foi construído por altura da reconstrução da Baixa de Lisboa, após o terramoto de 1755, e as colunas fazem lembrar as do templo de Salomão (a sabedoria e a devoção), considerando-se que terão sido contruídos com inspiração maçónica.

Recordamos como curiosidade, para finalizar a história deste famoso local em Lisboa, que estas colunas foram retiradas em 1997 devido às obras de ampliação do Metro até Santa Apolónia, tendo sido reerguidas novamente 11 anos depois, em 2008.

Fonte LisboaSecreta

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Cais das Colunas




 O Cais das Colunas localiza-se no Terreiro do Paço, no centro histórico da cidade, Concelho e Distrito de Lisboa em Portugal. Permitia o acesso aos cacilheiros ou outras embarcações que fazem a trajectória entre o Terreiro do Paço e a Margem Sul do Rio Tejo..

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Praça do Rossio (Chafariz)




 A Praça do Rossio é oficialmente chamada Praça D. Pedro IV, embora ainda seja mais conhecida pelo seu nome antigo.

A Praça do Rossio é uma das praças mais antigas e bonitas de Lisboa. Há mais de seis séculos ela tem sido o palco de diversos acontecimentos importantes na história de Lisboa. Por ela já passaram touradas, festivais, atos militares e até os autos-de-fé da Inquisição.

Após o terremoto de 1755, a Praça do Rossio foi reconstruída, passando a abrigar edifícios pombalinos onde hoje funcionam cafés e lojas.

A Praça do Rossio também é atualmente uma das praças mais animadas e movimentadas de Lisboa. Por aqui você verá muitos lisboetas se deslocando para os seus trabalhos, ou entrando e saindo da movimentada Estação do Rossio, que fica pertinho da Praça.

Fonte:Net

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Olhares Sobre a Cidade Grande



 

Com mais de 20 séculos de história, a capital portuguesa está situada junto ao rio Tejo. Com o sol quase sempre presente, a sua beleza única e singularidade arquitetónica são aclamadas além fronteiras.

Rica em monumentos, bairros típicos (Baixa Pombalina, Belém, Bairro Alto, Chiado, Bica, Alfama e Mouraria), zona ribeirinha, casas de Fado, parques, jardins e miradouros, Lisboa oferece várias possibilidades para descobrir, visitar e desfrutar do vasto património natural, histórico e cultural da cidade.

Monumentos como o Castelo Medieval de São Jorge, Catedral Medieval Sé, Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Panteão Nacional, Praça Terreiro do Paço e a Baixa são algumas das atrações turísticas de Lisboa que fascinam milhares de visitantes de todo o mundo.

Fonte: Net

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Cais das Colunas




"O cais das Colunas deve o seu nome aos dois pilares erigidos na zona ribeirinha da praça do Comércio. São uma obra do arquiteto Eugénio dos Santos, realizada durante a reconstrução de Lisboa, após o terramoto de 1755. Estes pilares, que encabeçam a escadaria de mármore que desce até ao rio Tejo, são de inspiração maçónica e representam as duas colunas do templo de Salomão (a sabedoria e a devoção). O cais das Colunas funciona assim como a porta fluvial de entrada em Lisboa e à sua frente, em linha reta, fica a estátua equestre de Dom José I. Mais atrás, no mesmo alinhamento, ergue-se o arco triunfal da rua Augusta.

Não existe documentação escrita sobre a data de construção do cais das Colunas, mas sabe-se que foi terminado antes do final do século XVIII. As suas colunas foram derrubadas no final do século XIX e ali recolocadas em 1929. Seriam novamente desmontadas em 1997, devido às obras de ampliação do metro até Santa Apolónia, mas foram novamente montadas em 2008."
(Ezimute)

"Ladeando a escada que faz a ligação do rio à Praça do Comércio estão dois pilares monolíticos, encabeçados por uma esfera. Uma dessas colunas tem nela inscrito, letra grande na base, o nome de Salazar e a outra do General Carmona. Por estarem quase cobertos pelo lodo, torna-se difícil aos portugueses e aos turistas que por ali passam decifrar o que está escrito. Acima dos nomes dessas duas importantes e polémicas personalidades da História de Portugal, aliás, pensadoras e fundadoras do Estado Novo, estão citações que cada uma delas proferiu na sequência de duas viagens que Óscar Carmona, Presidente da República, fez às colónias.
As viagens foram importantes pois trataram-se da primeira deslocação de uma alta figura do Estado português às colónias do Ultramar. Carmona partiu, pela primeira vez, em julho de 1938, e depois novamente em junho de 1939. Em ambas as ocasiões, entrou no navio que o ia conduzir a África no Cais das Colunas, e foi também nele que atracou, vindo da viagem de regresso.
As visitas do Presidente a São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique e Angola (região aonde foi duas vezes) ficaram imortalizadas ali, na porta de entrada de Lisboa, a capital do Império.
Foi por entre as duas colunas que muitas outras figuras importantes entraram em Portugal, como aconteceu com Isabel II do Reino Unido, que visitou Lisboa em 1957."
(ardinas)

- Inscrição no pilar direito:
«Aqui embarcou o chefe de Estado para a primeira viagem às terras ultramarinas do Império: S. Tomé e Angola.
XI de Julho - XXX de Agosto de MCMXXXVIII
Com a certeza de que fala pela minha voz Portugal inteiro, proclamo a unidade indestrutível e eterna de Portugal de Aquem e Além Mar»
GENERAL CARMONA
- Inscrição no pilar esquerdo:
«A segunda viagem do chefe do Estado às terras ultramarinas do Império: Cabo Verde, Moçambique e Angola.
XVII de Junho - XII de Setembro de MCMXXXIX
A viagem do chefe do Estado às terras do Império em África está na mesma directriz das nossas preocupações e finalidade, é manifestação do mesmo espírito que pôs de pé o Acto Colonial»
SALAZAR

Fonte:Conta-me Histórias, Lisboa

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Torre de Belém



A Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de  Lisbos. Localiza-se na margem direita do Rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.

O monumento destaca-se pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitetura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).

Fonte : Wikipédia