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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Olhares Meus




 Cais das Colunas
Sete segredos de quem sabe
Lisboa cidade

©Piedade Araújo Sol

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Flagrantes

 


sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Olhares




Lisboa, azul cor
Mergulho o olhar profundo,
Tejo é meu condutor

© Piedade Araújo Sol

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Cais das Colunas




Onde gosto de descansar meu olhar, sempre que posso ...

segunda-feira, 10 de julho de 2023

Cais das Colunas




 Um dos locais de Lisboa onde gosto de descansar o olhar...

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Cais das Colunas




onde o olhar nunca se cansa de admirar... e fotografar...

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Cais das Colunas




 O nome Cais das Colunas surge, como é óbvio, das duas colunas instaladas nos degraus de mármore deste velho cais de Lisboa, que outrora foi a entrada mais nobre da cidade e onde desembarcavam as maiores figuras que visitavam a capital, como chefes de Estado ou até altas patentes monárquicas, como a Rainha Isabel II de Inglaterra.

Este cais foi construído por altura da reconstrução da Baixa de Lisboa, após o terramoto de 1755, e as colunas fazem lembrar as do templo de Salomão (a sabedoria e a devoção), considerando-se que terão sido contruídos com inspiração maçónica.

Recordamos como curiosidade, para finalizar a história deste famoso local em Lisboa, que estas colunas foram retiradas em 1997 devido às obras de ampliação do Metro até Santa Apolónia, tendo sido reerguidas novamente 11 anos depois, em 2008.

Fonte : https://lisboasecreta.co/cais-das-colunas-historia/

segunda-feira, 7 de março de 2022

Cais das Colunas




O nome Cais das Colunas surge, como é óbvio, das duas colunas instaladas nos degraus de mármore deste velho cais de Lisboa, que outrora foi a entrada mais nobre da cidade e onde desembarcavam as maiores figuras que visitavam a capital, como chefes de Estado ou até altas patentes monárquicas, como a Rainha Isabel II de Inglaterra.

Este cais foi construído por altura da reconstrução da Baixa de Lisboa, após o terramoto de 1755, e as colunas fazem lembrar as do templo de Salomão (a sabedoria e a devoção), considerando-se que terão sido contruídos com inspiração maçónica.

Recordamos como curiosidade, para finalizar a história deste famoso local em Lisboa, que estas colunas foram retiradas em 1997 devido às obras de ampliação do Metro até Santa Apolónia, tendo sido reerguidas novamente 11 anos depois, em 2008.

Fonte LisboaSecreta

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Cais das Colunas




 O Cais das Colunas localiza-se no Terreiro do Paço, no centro histórico da cidade, Concelho e Distrito de Lisboa em Portugal. Permitia o acesso aos cacilheiros ou outras embarcações que fazem a trajectória entre o Terreiro do Paço e a Margem Sul do Rio Tejo..

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

cais das colunas


 


O Cais das colunas localiza-se na Praça do Comércio, no centro histórico de Lisboa, e os seus degraus de mármore foram a entrada nobre da cidade, onde desembarcaram chefes de estado e outras figuras de destaque. Permitia o acesso aos cacilheiros ou outras embarcações que fazem a trajetória entre a Praça do Comércio e a margem sul do rio Tejo.

sábado, 28 de novembro de 2020

gaivotas




 Sento-me no cimo da escarpa
Assim apanho o rio que se confunde com o mar 
Abro as asas e voo…com o sentir 

©Piedade Araújo Sol

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Cais das Colunas




"O cais das Colunas deve o seu nome aos dois pilares erigidos na zona ribeirinha da praça do Comércio. São uma obra do arquiteto Eugénio dos Santos, realizada durante a reconstrução de Lisboa, após o terramoto de 1755. Estes pilares, que encabeçam a escadaria de mármore que desce até ao rio Tejo, são de inspiração maçónica e representam as duas colunas do templo de Salomão (a sabedoria e a devoção). O cais das Colunas funciona assim como a porta fluvial de entrada em Lisboa e à sua frente, em linha reta, fica a estátua equestre de Dom José I. Mais atrás, no mesmo alinhamento, ergue-se o arco triunfal da rua Augusta.

Não existe documentação escrita sobre a data de construção do cais das Colunas, mas sabe-se que foi terminado antes do final do século XVIII. As suas colunas foram derrubadas no final do século XIX e ali recolocadas em 1929. Seriam novamente desmontadas em 1997, devido às obras de ampliação do metro até Santa Apolónia, mas foram novamente montadas em 2008."
(Ezimute)

"Ladeando a escada que faz a ligação do rio à Praça do Comércio estão dois pilares monolíticos, encabeçados por uma esfera. Uma dessas colunas tem nela inscrito, letra grande na base, o nome de Salazar e a outra do General Carmona. Por estarem quase cobertos pelo lodo, torna-se difícil aos portugueses e aos turistas que por ali passam decifrar o que está escrito. Acima dos nomes dessas duas importantes e polémicas personalidades da História de Portugal, aliás, pensadoras e fundadoras do Estado Novo, estão citações que cada uma delas proferiu na sequência de duas viagens que Óscar Carmona, Presidente da República, fez às colónias.
As viagens foram importantes pois trataram-se da primeira deslocação de uma alta figura do Estado português às colónias do Ultramar. Carmona partiu, pela primeira vez, em julho de 1938, e depois novamente em junho de 1939. Em ambas as ocasiões, entrou no navio que o ia conduzir a África no Cais das Colunas, e foi também nele que atracou, vindo da viagem de regresso.
As visitas do Presidente a São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique e Angola (região aonde foi duas vezes) ficaram imortalizadas ali, na porta de entrada de Lisboa, a capital do Império.
Foi por entre as duas colunas que muitas outras figuras importantes entraram em Portugal, como aconteceu com Isabel II do Reino Unido, que visitou Lisboa em 1957."
(ardinas)

- Inscrição no pilar direito:
«Aqui embarcou o chefe de Estado para a primeira viagem às terras ultramarinas do Império: S. Tomé e Angola.
XI de Julho - XXX de Agosto de MCMXXXVIII
Com a certeza de que fala pela minha voz Portugal inteiro, proclamo a unidade indestrutível e eterna de Portugal de Aquem e Além Mar»
GENERAL CARMONA
- Inscrição no pilar esquerdo:
«A segunda viagem do chefe do Estado às terras ultramarinas do Império: Cabo Verde, Moçambique e Angola.
XVII de Junho - XII de Setembro de MCMXXXIX
A viagem do chefe do Estado às terras do Império em África está na mesma directriz das nossas preocupações e finalidade, é manifestação do mesmo espírito que pôs de pé o Acto Colonial»
SALAZAR

Fonte:Conta-me Histórias, Lisboa