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quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Belezas da Natureza




Entre mil cores,
verdes e azuis se fundem —
paisagem bela.

© Piedade Araújo Sol

segunda-feira, 1 de abril de 2024

Mar





eternamente
somos água e sal

em nós começa o mar
Infinito

Quantas mães choraram
para ser mar o Mar?
Definitivamente profundo

Nem Pessoa soube
o quanto

hajota

sexta-feira, 30 de junho de 2023

Da Outra Margem




da Trafaria onde o Tejo se fez ao mar

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Natureza




Nesses tempos de céus de cinzas e chumbos, nós precisamos de árvores desesperadamente verdes.

Mário Quintana

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Mar






Quero ser feliz nas ondas do mar. Quero esquecer tudo, quero descansar.
Manuel Bandeira, poeta

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Ruínas da Ermida de Nossa Senhora da Conceição



 
História

Tanto quanto se sabe, pertencia ao Solar dos Magriços, hoje ruínas aterradas. A  Capela pertencia também aos Magriços, um deles D.Álvaro Gonçalves Coutinho, amigo de Luís de Camões, que o celebrizou como um dos doze cavaleiros que se deslocaram a Inglaterra para defender a honra feminina.

Hoje, também a Capela está em ruínas, após desabar o tecto. Mas não era só capela, no andar superior habitavam os Padres Paulinos. As janelas ainda conservam as grades. No pátio existia e ainda existe um poço enorme que a população utilizava para se abastecer de água. Mas como as mulheres faziam muito barulho nas conversas de umas com as outras, os Padres Paulinos pediram ao seu superior umas outras instalações pois tal algazarra perturbava as suas orações. E assim, foi construído o Convento dos Capuchos para onde se mudaram. Esta Capela não teve boa sorte, começou por sofrer um incêndio em 1835 e as suas imagens mais tarde passaram para a Igreja de S. Pedro, Igeja Matriz da Trafaria.

Em finais de 1800 estava na posse da família Zagallo e Mello, que vendeu a Mariana Ribeiro Danino, casada com um engenheiro Inglês que tinha vindo de Gibraltar, para trabalhar nas Minas de S. Domingos, próximo de Mértola. Curiosamente em festas religiosas, a procissão ainda sai do local onde se situa a Capela. Posteriormente passou a armazém, vacaria, voltando novamente a armazém.

Quando se fizeram reparações, apareceram algumas moedas, Patacas. Está projetado pelo Município de Almada, aquele local vir a ser reabilitado, uma vez que se situa no centro histórico.E bem o merece, para mais está contíguo a uma zona verde, protegida, que se debruça sobre o Rio Tejo.

Fonte :Wikipédia.

PS:Neste momento está completamente em ruínas e o que se consegue ver é o que fotografei.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Barcos




Os pequenos barcos não devem afastar-se da margem.
(Provérbio inglês.)

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Gaivotas






"Gaivota" se originou do termo latino gavia. "Ati" é um termo de origem tupi.

São, regra geral, aves médias, tipicamente cinzentas ou brancas, muitas vezes com marcas pretas na cabeça ou asas. Têm  bicos fortes e compridos e patas com membranas.

A maioria das gaivotas, particularmente as espécies de  Larus, fazem o ninho no solo e são omnívoras, e comem comida viva ou roubam alimento conforme surja a oportunidade.

Com excepção das  gaivotas-tridáctilas, as gaivotas são espécies tipicamente costeiras ou de interior, e raramente se aventuram em mar alto. As espécies de maiores dimensões levam até quatro anos a atingirem a plumagem completa de  adulto, mas as espécies menores normalmente apenas dois anos.

Fonte :Wikipédia

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Marés


o vaivém das ondas....

quinta-feira, 14 de março de 2019

Presídio Militar







Também conhecido como Antigo Presídio da Trafaria, é um conjunto edificado construído entre 1908 e 1909, como Presídio Militar, função que manteve até ao final da década de setenta do século XX.[1]

Contudo a ocupação deste espaço remonta ao século XVI, quando em 1565 foi aí construído, por ordem do cardeal D. Henrique I, uma casa destinada a receber os viajantes e mercadorias que chegassem por mar, e que se suspeitasse virem infetadas, ficando em quarentena antes de darem entrada na cidade de Lisboa. Era portanto um "lazareto" que era como então se designava o espaço destinado às quarentenas. A povoação da Trafaria surge assim em torno desse Lazareto. Em 1678 é erguida a Ermida de Nossa Senhora da Saúde para assistência espiritual aos quarentenários e à população que habitava no lugar que atualmente chamamos de Trafaria.

No século XVII, durante o reinado de Pedro II de Portugal é construído, junto ao Lazareto, um forte integrado na defesa marítima de Lisboa. A função de defesa militar apoiada em artilharia manteve-se até ao final do século XIX, sendo as estruturas do forte demolidas a quando das obras do novo presídio.

Durante o século XVIII foi construído um muro em torno do Lazareto, e o espaço passou a acolher presos condenados ao degredado, que aqui aguardavam embarque. Durante o século XIX, as instalações encontravam-se sobre lotadas e sem condições sanitárias adequadas às quarentenas. Em 1815 o Lazareto é então transferido para a Torre de São Sebastião (Torre Velha). A função prisional acentua-se durante o período das Invasões Francesas e da Guerra Civil, sendo utilizada pelas forças miguelistas.[2]

Após a vitória liberal o espaço do Lazareto/Presídio passa a ser utilizado com diversas funções, nomeadamente: Viveiro de plantas para a florestação das dunas entre a Trafaria e a Costa, seca de bacalhau, fábrica de adubo a partir de restos de peixe e armazém das galeotas reais.

No final do reinado de D. Manuel II, a maioria das estruturas é demolida e construído o Presídio, que após a implantação da república passa a receber presos civis principalmente acusados de crimes políticos. Durante o Estado Novo e até a Revolução de 25 de Abril de 1974, na Casa de Reclusão da Trafaria, estiveram presos vários opositores ao regime civis e militares, nomeadamente os envolvidos no Golpe das Caldas em Março de 1974. Até 1981 o Presídio manteve a sua função militar e em 2000 é adquirido pela Câmara Municipal de Almada.

Por André Ramalho (30 de julho de 2018). «Presídio da Trafaria». Abandonados.pt - Lugares Abandonados em Portugal. Consultado em 27 de janeiro de 2019
«📌 À descoberta do Forte-Presídio da Trafaria». OLIRAF. 17 de maio de 2017. Consultado em 27 de janeiro de 2019

Fonte: Wikipédia

NOTA: Estas fotos foram muito dificeis de fazer pois apenas consegui fotografar do lado de fora da prisão, por uma brecha entre as correntes que prendiam o portao, pois embora esteja abandonado não é permitido a entrada. Não estão prefeitas mas adorei fazer este trabalho, embora a primeira foto que aqui aparece tenha um ano de diferença para todas as outras. Espero que apreciem.Obrigada!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Abandonos



Ruínas da Ermida de Nossa Senhora da Conceição

sábado, 2 de julho de 2016

Os nós de Marinheiro



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Barcos Em Silêncio


os barcos e as cores da nossa bandeira...

sábado, 28 de setembro de 2013

Terras do Mundo


o verde a namorar o azul...