segunda-feira, 18 de março de 2019

Aguarelas



ao sabor da minha lente e do meu olhar eu construo aguarelas....

domingo, 17 de março de 2019

Domingo


Às vezes somos muito cruéis. Vivemos a tentação comum de criticar para satisfação pessoal ou para provocar uma vantagem pessoal. Às vezes, as crises da fraternidade devem-se à fragilidade da personalidade.

Papa Francisco

sábado, 16 de março de 2019

Arte das Pedras


a arte das pedras com um intruso no cimo ...

sexta-feira, 15 de março de 2019

Simplicidade


a simplicidade colorida...

quinta-feira, 14 de março de 2019

Presídio Militar







Também conhecido como Antigo Presídio da Trafaria, é um conjunto edificado construído entre 1908 e 1909, como Presídio Militar, função que manteve até ao final da década de setenta do século XX.[1]

Contudo a ocupação deste espaço remonta ao século XVI, quando em 1565 foi aí construído, por ordem do cardeal D. Henrique I, uma casa destinada a receber os viajantes e mercadorias que chegassem por mar, e que se suspeitasse virem infetadas, ficando em quarentena antes de darem entrada na cidade de Lisboa. Era portanto um "lazareto" que era como então se designava o espaço destinado às quarentenas. A povoação da Trafaria surge assim em torno desse Lazareto. Em 1678 é erguida a Ermida de Nossa Senhora da Saúde para assistência espiritual aos quarentenários e à população que habitava no lugar que atualmente chamamos de Trafaria.

No século XVII, durante o reinado de Pedro II de Portugal é construído, junto ao Lazareto, um forte integrado na defesa marítima de Lisboa. A função de defesa militar apoiada em artilharia manteve-se até ao final do século XIX, sendo as estruturas do forte demolidas a quando das obras do novo presídio.

Durante o século XVIII foi construído um muro em torno do Lazareto, e o espaço passou a acolher presos condenados ao degredado, que aqui aguardavam embarque. Durante o século XIX, as instalações encontravam-se sobre lotadas e sem condições sanitárias adequadas às quarentenas. Em 1815 o Lazareto é então transferido para a Torre de São Sebastião (Torre Velha). A função prisional acentua-se durante o período das Invasões Francesas e da Guerra Civil, sendo utilizada pelas forças miguelistas.[2]

Após a vitória liberal o espaço do Lazareto/Presídio passa a ser utilizado com diversas funções, nomeadamente: Viveiro de plantas para a florestação das dunas entre a Trafaria e a Costa, seca de bacalhau, fábrica de adubo a partir de restos de peixe e armazém das galeotas reais.

No final do reinado de D. Manuel II, a maioria das estruturas é demolida e construído o Presídio, que após a implantação da república passa a receber presos civis principalmente acusados de crimes políticos. Durante o Estado Novo e até a Revolução de 25 de Abril de 1974, na Casa de Reclusão da Trafaria, estiveram presos vários opositores ao regime civis e militares, nomeadamente os envolvidos no Golpe das Caldas em Março de 1974. Até 1981 o Presídio manteve a sua função militar e em 2000 é adquirido pela Câmara Municipal de Almada.

Por André Ramalho (30 de julho de 2018). «Presídio da Trafaria». Abandonados.pt - Lugares Abandonados em Portugal. Consultado em 27 de janeiro de 2019
«📌 À descoberta do Forte-Presídio da Trafaria». OLIRAF. 17 de maio de 2017. Consultado em 27 de janeiro de 2019

Fonte: Wikipédia

NOTA: Estas fotos foram muito dificeis de fazer pois apenas consegui fotografar do lado de fora da prisão, por uma brecha entre as correntes que prendiam o portao, pois embora esteja abandonado não é permitido a entrada. Não estão prefeitas mas adorei fazer este trabalho, embora a primeira foto que aqui aparece tenha um ano de diferença para todas as outras. Espero que apreciem.Obrigada!

quarta-feira, 13 de março de 2019

Arte Suspensa




efeito entre o simples e o belo...

segunda-feira, 11 de março de 2019

Portas


esquecida e abandonada pelo tempo, mas ainda com réstia de beleza 

domingo, 10 de março de 2019

Domingo


Há pessoas que nos roubam...
Há pessoas que nos devolvem.


Padre Fábio de Melo

sábado, 9 de março de 2019

Cogumelos ou Fungos



Nome científico:
Trametes versicolor (L.) Lloyd
Nome comum:
Cauda de perú
Família:
Polyporaceae

Forma: em forma de leques semicirculares sobrepostos e imbricados, margem ondulada.
Dimensão: 3-10 cm de diâmetro.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Azenhas do Mar





Azenhas do Mar é uma aldeia no litoral do concelho de Sintra, freguesia de Colares. Desenvolvendo-se ao longo de uma ribeira/linha de água que corre para o Atlântico e quebra as arribas da costa, e na qual existiam azenhas, tem na base uma praia na qual existe uma piscina oceânica.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 7 de março de 2019

gaivota vigilante


a mirar o seu mar...

quarta-feira, 6 de março de 2019

Olhares Meus

 Arte de Rua na Costa de Caparica


 Pescador na Trafaria


Marés na Trafaria

segunda-feira, 4 de março de 2019

gato de rua


Você sempre vai ter sorte se sabe fazer amizade com gatos estranhos (provérbio)

domingo, 3 de março de 2019

Domingo




Eu gostaria de lhe agradecer pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou. Pela sua capacidade de me olhar devagar, já que nessa vida muita gente já me olhou depressa demais.

Padre Fábio de Melo

sábado, 2 de março de 2019

Por do sol


céus em fogo , ou o culminar de um pôr de sol ....

sexta-feira, 1 de março de 2019

Elegância


elegância,e beleza na pose é tudo o que posso dizer sobre esta foto...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Fungos



Com características tão próprias, os fungos são classificados pela ciência em um reino específico.

Todos esses seres conhecidos como mofos, bolores, cogumelos ou leveduras, pertencem ao Reino dos fungos. Os fungos são seres vivos sem clorofila e podem ser unicelulares, as leveduras, utilizadas como fermento na fabricação de massas, ou pluricelulares, como os cogumelos.

Eles têm vida livre ou não, e são encontrados nos mais variados ambientes, sobretudo em lugares úmidos e ricos em matéria orgânica.

Os fungos pluricelulares geralmente apresentam hifas - filamentos que se entrelaçam formando uma rede denominada micélio.

As hifas, que formam a maioria dos fungos pluricelulares, crescem e vivem escondidas sob o solo, sob a casca do tronco de árvore ou sob a matéria orgânica, isto é, restos de seres vivos.

Fonte https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/fungos.php

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Praia do Magoito


A Praia do Magoito, também designada por Pedregal é uma água balnear costeira pertencente à costa de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal. Está inserida no Parque Natural de Sintra-Cascais, possuindo diversos pontos de interesse naturais.

Fonte : Wikipédia

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Quinta da Regaleira



A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes monumentos da Serra de Sintra. Situada no termo do centro histórico da Vila, foi construída entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia.

Os domínios românticos outrora pertencentes à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos e ampliados pelo Dr. António Augusto Carvalho Monteiro (1848-1920) para fundar o seu lugar de eleição. Detentor de uma fortuna prodigiosa, que lhe valeu a alcunha de Monteiro dos Milhões, associou ao seu singular projecto de arquitectura e paisagem o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini (1848-1936) bem como a mestria dos escultores, canteiros e entalhadores que com este haviam trabalhado no Palace Hotel do Buçaco.

Homem de espírito científico, vastíssima cultura e rara sensibilidade, bibliófilo notável, coleccionador criterioso e grande filantropo, deixou impresso neste livro de pedra a visão de uma cosmologia, síntese de memória espiritual da humanidade, cujas raízes mergulham na Tradição Mítica Lusa e Universal. A arquitectura e a arte do palácio, capela e demais construções foram cenicamente concebidas no contexto de um jardim edénico, salientando-se a predominância dos estilos neo-manuelino e renascentista.
O jardim, representação do microcosmo, é revelado pela sucessão de lugares imbuídos de magia e mistério. O paraíso é materializado em coexistência com um inferius – um dantesco mundo subterrâneo – ao qual o neófito seria conduzido pelo fio de Ariadne da iniciação.
Concretiza-se com estes cenários a representação de uma viagem iniciática, qual vera peregrinatio mundi, por um jardim simbólico onde podemos sentir a Harmonia das Esferas e perscrutar o alinhamento de uma ascese de consciência que viaja pelas grandes epopeias. Nele se vislumbram referências à mitologia, ao Olimpo, a Virgílio, a Dante, a Camões, à missão templária da Ordem de Cristo, a grandes místicos e taumaturgos, aos enigmas da Arte Real, à Magna Obra Alquímica. Nesta sinfonia de pedra revela-se a dimensão poética e profética de uma Mansão Filosofal Lusa. Aqui se fundem o Céu e a Terra numa realidade sensível, a mesma que presidiu à teoria do Belo, da Arquitectura e da Música, que a concha acústica do Terraço dos Mundos Celestes permite propagar pelo infinito.

Fonte:Quinta da Regaleira

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Domingo





Não dependa de ninguém na sua vida, só de Deus. Pois até mesmo tua sombra te abandonará quando você estiver na escuridão."


Desconhecido

sábado, 23 de fevereiro de 2019

O cavalo


a posar para a minha lente....

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Praia das Maçãs





Praia de areias douradas e foz do rio que lhe dá o nome, conta-se que no Outono o rio transportava até ao areal muitas maçãs provenientes das quintas que atravessava, dando o nome à praia. A povoação apenas começou a despontar nos finais do século XIX, quando o padre Matias del Campo, pároco de Colares, um habitante das Azenhas do Mar de nome Manuel Prego e o compositor e pintor Alfredo Keil, autor de “A Portuguesa”, aí construíram as três primeiras casas.

Mas, na pré-história, já por lá andavam os homens e disso deixaram vestígios e diversos materiais do período Calcolítico (ídolos-placa, cerâmica, silex, etc.). Na margem esquerda da foz do Rio das Maçãs, numa elevação de terreno denominada Alto da Vigia, terá existido um templo dedicado ao Sol e à Lua. No século XVI, André de Resende e Francisco de Holanda, entre outros, ainda terão contactado com as ruínas desse santuário, já que o primeiro recolhe algumas inscrições epigráficas e o segundo idealiza, no seu livro Da Fábrica que Falece à Cidade de Lisboa, uma reconstituição do antigo Templo do Sol e da Lua. Possui um extenso areal, proporcionando a prática de desportos de praia, pelo que é muito frequentada por adeptos de desportos aquáticos, como é o caso do bodyboard e do surf. À volta do areal com cerca de 250 metros, instalaram-se várias casas de comércio, desde restaurantes a cafés e bares, bem como casas de artesanato local, pelo que o local se tornou num ponto de encontro dos sintrenses, que aproveitam as suas esplanadas e a excelente comida, de Verão ou de Inverno. Junto à praia, há uma piscina de água salgada, um parque infantil e espaço para piqueniques. Nos extremos da praia, quer do lado esquerdo, quer do lado direito, existem lajes/rochas onde se pode pescar com alguma estabilidade. Para além da praia, um dos atractivos desta zona é o famoso passeio de eléctrico, de novo em actividade. O percurso inicia-se na zona da Estefânia, junto ao Museu de Arte Moderna de Sintra, passsa por Colares com paragem e termina à beira-mar, na praia das maçãs.

Fonte http://www.sintraromantica.net

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Sunset


o final do dia em grande beleza natural....

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Palácio do Rei do Lixo




O Palácio do Rei do Lixo, também conhecido como a Torre de Coina, ou Palácio da Bruxa, está situado na freguesia da Coina, Barreiro, sendo bem visível da estrada nacional n.º 10. Trata-se de um local misterioso e repleto de lendas urbanas que se perpetuaram no tempo sem que, nos dias de hoje, se saiba ao certo de são verdade ou mentira. O certo é que esta imponente torre salta facilmente à vista e desperta a curiosidade e o imaginário de quem com ela se depara.

A quinta onde se encontra o palácio foi propriedade rural, no século XVIII, de D. Joaquim de Pina Manique, irmão do intendente de D. Maria I, Diogo Inácio Pina Manique. A propriedade foi depois adquirida, no século XIX, por Manuel Martins Gomes Júnior, comerciante de Santo António da Charneca, que em 1910 mandou construir o palácio, diz-se, para que “conseguisse avistar a propriedade que possuía em Alcácer do Sal”.

Manuel Martins Gomes Júnior era conhecido como o “Rei do Lixo”, devido ao exclusivo que tinha para a recolha dos detritos da cidade de Lisboa, e tendo feito fortuna a comprar e vender lixo. Profundamente ateu, Manuel Gomes Júnior transformou a ermida da propriedade em armazém e estábulo e baptizou a herdade de “Quinta do Inferno”. Posteriormente, e através de António Zanolete Ramada Curto, genro do “Rei do Lixo”, a propriedade tornou-se numa importante casa agrícola.

Em 1957, foi vendida aos grandes proprietários e industriais de curtumes Joaquim Baptista Mota e António Baptista, que constituíram a Sociedade Agrícola da Quinta de S. Vicente e transformaram a propriedade numa importante exploração pomícola.

Manuel Martins Gomes Júnior e a sua família nunca habitaram esta Quinta da Torre (por as suas obras terem sido interrompidas cerca de 1913-1914, deixando o imóvel incompleto), mas o facto de tê-la adquirido e lhe imposto o aspecto realengo imponente como espécie de memória póstuma do primitivo pouso cujo donatário estava ligado à Casa Real, sendo também ele “rei” (do lixo) por certo quis ter um palácio condigno com tal título, ou melhor, alcunha, que os mais desaforados de Coina também apodavam de “porco sujo”. Com isso descurava-se o óbvio da sua intenção: contribuir para a higiene pública da capital então frágil em cultura profiláctica, ao mesmo tempo que a sua perspicácia empresarial via nisso uma forma gratuita de aumentar a sua riqueza.

Diz a vox populi que foi a sua vingança republicana sobre o regime monárquico, pousando no lugar dos antigos cortesãos lixo e porcos. À propriedade rebaptizou-a com o novo e inquietante nome de Quinta do Inferno, com a sua Torre do Diabo que mandou fazer em 1910, dizendo-se que transformou a capela da quinta em armazém e estábulo (sendo certo que em 1906 abriu uma escola dotada na mesma que ofereceu à educação gratuita dos seus empregados e filhos), e às suas fragatas transformadas em arrastos do lixo deu-lhes os nomes de Mafarrico, Mefistófeles,Demo, Diabo, Satanás, Belzebu, Horrífico, Caronte, Plutão, Averno e outros mais mimosamente escolhidos para chocar a conservadora e católica flora. Por certo tratou-se de uma provocação desaforada ao regime eclesiástico secular que a recente Revolução de 5 de Outubro depusera, mas com isso ficou até hoje com fama de ateu anti-deísta impenitente dotado de um feitio irregular e pouco afectivo.

Fonte do texto :https://www.vortexmag.net/a-incrivel-historia-do-palacio-do-rei-do-lixo/

OBS: As fotos não são de boa qualidade pois foram cpatadas da estrada nacional e com o carro em andamento.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Cais


beleza natural do piso do cais em dia de sol e luz ....

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Domingo


Amar é o mesmo que exercitar-nos na simplicidade. O amor não complica, porque seu único desejo é resolver.

Padre Fábio de Melo

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Olhares Meus


a simplicidade e a beleza da natureza .....

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Ponte Vasco da Gama


A Ponte Vasco da Gama é uma ponte atirantada sobre o estuário do rio Tejo, na área da Grande Lisboa, ligando Montijo e Alcochete a Lisboa e Sacavém, muito próximo do Parque das Nações, onde se realizou a Expo 98.
Com os seus 12,3 km de comprimento (que se dividem em 0,8 km de ponte principal e 11,5 km de viadutos)[3] é a mais longa ponte da Europa Ocidental, a segunda mais longa da Europa (apenas atrás da Ponte da Crimeia, inaugurada em 2018) e uma das mais extensas do mundo. A ponte, servida por 4,8 km de acessos dedicados (0,9 km para norte e 3,9 km para sul)[3], foi construída para criar uma alternativa à congestionada Ponte 25 de Abril e para evitar que o trânsito que se desloca entre o norte e o sul de Portugal atravessasse o interior de Lisboa.
A construção iniciou-se em Fevereiro de 1995 e terminou três anos depois.] Na altura, foi necessário tomar especiais cuidados com o impacto ambiental, visto que a ponte atravessa o Parque Natural do Estuário do Tejo, uma importante área à escala europeia de alimentação e nidificação de aves aquáticas.] A Ponte Vasco da Gama foi inaugurada em 29 de Março de 1998, dois meses antes da abertura da Exposição Mundial. O seu nome comemora os 500 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia, ocorrida em maio de 1498. Na inauguração da ponte foi servida uma feijoada que teve direito a inscrição no Guinness World Records.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Praia


ondas beijando a areia e as pedras...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019